terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Ditosa voou... Tomás Seatra
E Ditosa voou... Carolina Duque
domingo, 28 de novembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Dia Internacional para a Erradicação da Violência contra as Mulheres, 25 de Novembro
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
Camp Simcha for Children with Cancer - "Waving Flags" Official Music Video | A quimioterapia não é pera doce | Causes
sábado, 20 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Defensores dos animais convocam manifestação - JN
Defensores dos animais convocam manifestação
Ontem
Defensores dos direitos dos animais exigem a demissão do veterinário do canil municipal de Évora, que recentemente abateu sete cães saudáveis alegado ter um "orçamento limitado". Uma manifestação está marcada para segunda-feira frente à autarquia.
O apelo surgiu através do Facebook depois de ter sido tornado público o abate de sete animais, cinco dos quais com processos de adopção já em curso.
Ontem, à medida que centenas de utilizadores confirmavam a presença na manifestação, subiam também de tom as críticas à actuação do veterinário. Palavras como "assassino" e "talhante" repetiram-se vezes sem conta em vários comentários.
Os organizadores do protesto garantem que o objectivo é "manifestar a revolta e a indignação pelos actos desumanos e cruéis" que dizem terem sido cometidos por António Flor Ferreira. Acusações que o veterinário rejeita.
O abate foi inicialmente denunciado à Câmara Municipal pelas duas veterinárias que trabalham no canil sob as ordens de Flor Ferreira. Queixavam-se de sofrer "pressões" do superior hierárquico para eutanasiar animais "devido aos custos associados à sua manutenção". Dos sete abatidos, três estavam com processos de adopção em fase final, com donos já definidos, e dois em fase inicial. As veterinárias garantem ter alertado Flor Ferreira. "Quando confrontado com a situação disse apenas que os animais não poderiam ficar mais de um mês no canil e que por isso seriam abatidos. "Muito embora o canil não se encontrasse cheio", pode ler-se no documento que circula na Internet.
Alexandra Moreira, advogada e sócia de várias associações de defesa dos animais, diz que a atitude é "abusiva e ilegal. Os cães, que lá estavam há apenas cerca de dois meses, já pertenciam a outras pessoas". Rejeita a morte "por questões financeiras", uma vez que, diz, "um abate ronda os 60 euros". "Foram gastos 420 euros para matar, dinheiro que dava para alimentar muitos animais".
Veterinário nega acusações
O veterinário municipal de Évora refutou ontem todas as acusações, garantindo que agiu em conformidade com a lei. Sublinhou ainda estar a ser vítima de "calunias".
"Estes animais já estavam há 60 dias no centro de recolha oficial (...) e não estavam dados para adopção, porque quem decide a adopção sou eu e ninguém me deu conhecimento que havia pessoas interessadas", afirmou António Flor Ferreira, em declarações à Agência Lusa.
"As adopções são extremamente difíceis, porque receber um animal requer condições para o ter. A legislação determina que nós vamos verificar e nem toda a gente as tem", alegou. Adiantou ainda que o centro de recolha oficial de Évora possuí "muitas fichas de inscrição para adopção", mas garantiu que "as pessoas quando são contactadas para irem buscar os animais, muitas vezes, já não os querem". Como o centro "tem espaços limitados e orçamentos limitados, os animais não podem permanecer por tempo indeterminado", concluiu.
Universidade de Évora usa cães vivos como cobaias - Portugal - DN
Vários antigos alunos do curso de veterinária da Universidade de Évora (UE) acusam esta instituição de cães vivos saudáveis como cobaias. O director do Hospital Veterinário esclarece que só são usados "pontualmente" cães que já estavam destinados a abate pelo canil municipal. A autarquia abriu um inquérito.
Na edição de hoje do Jornal de Notícias, actuais veterinários e antigos estudantes dizem que há vários anos a UE usa cães vivos saudáveis em aulas de anatomia. "No meu primeiro ano do curso foi utilizada uma cadela para a parte da prática da disciplina de anestesiologia. Todos os dias, de segunda a sexta-feira, aquele animal foi anestesiado e acordado. Até que no último dia foi abatido", contou uma aluna, revelando que no segundo ano os cães eram "abertos" para os estudantes aprenderem a "retirar órgãos". "Cheguei a simular cesarianas em cadelas que não estavam grávidas e retirei órgãos, como o útero e os ovários", acusou outra aluna.
Uma veterinária do Sabugal pagou uma formação em ecografia e saiu de lá "chocada" por os cães estarem vivos, "cheios de pulgas e carraças", e de ter sido recusado a uma das suas colegas a adopção de um dos animais.
À Lusa, o director do Hospital Veterinário da UE, José Tirapicos Nunes, argumentou que são usados "pontualmente" cães vivos, de preferência com algumas patologias ou para fazer ecografias, mas apenas aqueles que já estavam destinados ao abate no canil da cidade, pois é isso que ditam as regras. "Em vez de os mandarem já abatidos, pedimos que os mandem vivos para intervenções mais específicas. (...) Nunca recebemos animais que não estivessem para ser abatidos", vincou o responsável,, indicando que são usados nas aulas não só cães, como gatos ou outros animais.
Os animais, segundo José Tirapicos Nunes, "são sempre anestesiados e depois eutanasiados, antes de acordarem da anestesia". Também animais já abatidos são utilizados nas aulas de anatomia do curso de Medicina Veterinária, disse o responsável, garantindo que "são sempre cumpridas as regras". "Queremos formar técnicos o melhor possível e, por isso, é necessário os alunos observarem os animais", sublinhou.
A autarquia eborense e a universidade têm em vigor um protocolo para a incineração de cadáveres, como o caso de cães vítimas de atropelamento na via pública. O presidente da Câmara de Évora já revelou hoje à Lusa que abriu um inquérito para averiguar o funcionamento do canil municipal e apurar eventuais responsabilidades, após denúncias mútuas entre o responsável do serviço, acusado por duas veterinárias de "abate ilegal" de sete cães já com "processos de adopção finalizados"
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
O Capuchinho Vermelho, mais uma versão
Era uma vez uma menina chamada Capuchinho Vermelho.
O Capuchinho Vermelho ia entregar uma merenda à sua avozinha porque esta se encontrava doente.
No caminho para a casa da avó o Capuchinho Vermelho viu algumas flores muito bonitas e foi colhê-las, mesmo depois de a sua mãe lhe ter dito para não se desviar do caminho, mas ela não resistiu à tentação.
Enquanto apanhava flores apareceu um lobo que lhe perguntou para onde é que ela ia. Sem hesitar o Capuchinho disse-lhe.
O lobo apresentou-se e indicou-lhe um atalho para a casa da avó. Capuchinho Vermelho seguiu caminho pelo atalho e agradeceu ao Lobo.
O Lobo conseguiu chegar a casa da avozinha primeiro que o Capuchinho tendo assim tempo para vestir as suas roupas e enfiar-se na cama.
O Capuchinho entrou na casa da avó e perguntou-lhe porque é que ela tinha umas orelhas e nariz tão grandes. O Lobo respondeu-lhe que era para a ouvir e cheirar melhor, o Capuchinho Vermelho perguntou-lhe porque é que tinha uns dentes tão grandes e o Lobo respondeu-lhe que era para a comer.
No último momento apareceu o caçador e salvou o Capuchinho, o Lobo, com o susto que apanhou, vomitou a avó e mais três meninas que tinha comido na floresta.
O caçador deu um tiro no Lobo fazendo com que ele morresse por perda de sangue.
As três meninas foram brincar para casa do Capuchinho Vermelho e o caçador vendeu o Lobo por 7,50€ o quilo.
Maria Galésio
6º A nº 19
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
ESCORPIÃO
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
O Capuchinho Vermelho
terça-feira, 2 de novembro de 2010
poema de agradecimento à corja - correntes
Obrigado, excelências.
Obrigado por nos destruírem o sonho e a oportunidade
de vivermos felizes e em paz.
Obrigado
pelo exemplo que se esforçam em nos dar
de como é possível viver sem vergonha, sem respeito e sem
dignidade.
Obrigado por nos roubarem. Por não nos perguntarem nada.
Por não nos darem explicações.
Obrigado por se orgulharem de nos tirar
as coisas por que lutámos e às quais temos direito.
Obrigado por nos tirarem até o sono. E a tranquilidade. E a alegria.
Obrigado pelo cinzentismo, pela depressão, pelo desespero.
Obrigado pela vossa mediocridade.
E obrigado por aquilo que podem e não querem fazer.
Obrigado por tudo o que não sabem e fingem saber.
Obrigado por transformarem o nosso coração numa sala de espera.
Obrigado por fazerem de cada um dos nossos dias
um dia menos interessante que o anterior.
Obrigado por nos exigirem mais do que podemos dar.
Obrigado por nos darem em troca quase nada.
Obrigado por não disfarçarem a cobiça, a corrupção, a indignidade.
Pelo chocante imerecimento da vossa comodidade
e da vossa felicidade adquirida a qualquer preço.
E pelo vosso vergonhoso descaramento.
Obrigado por nos ensinarem tudo o que nunca deveremos querer,
o que nunca deveremos fazer, o que nunca deveremos aceitar.
Obrigado por serem o que são.
Obrigado por serem como são.
Para que não sejamos também assim.
E para que possamos reconhecer facilmente
quem temos de rejeitar.
Joaquim Pessoa
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Florbela Espanca
A nossa casa, Amor, a nossa casa!
Onde está ela, Amor, que não a vejo?
Na minha doida fantasia em brasa
Costrói-a, num instante, o meu desejo!
Onde está ela, Amor, a nossa casa,
O bem que neste mundo mais invejo?
O brando ninho aonde o nosso beijo
Será mais puro e doce que uma asa?
Sonho... que eu e tu, dois pobrezinhos,
Andamos de mãos dadas, nos caminhos
Duma terra de rosas, num jadim,
Num país de ilusão que nunca vi...
E que eu moro - tão bom! - dentro de ti
E tu, ó meu Amor, dentro de mim...
Florbela Espanca
Os Amantes de Novembro
Sem um quarto para o amor
Amantes são sempre extravagantes
E ao frio também faz calor
Pobres amantes escorraçados
Dum tempo sem amor nenhum
Coitados tão engalfinhados
Que sendo dois parecem um
De pé imóveis transportados
Como uma estátua erguida num
Jardim votado ao abandono
De amor juncado e de outono.
Alexandre O'Neill

































