segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
domingo, 14 de dezembro de 2014
É Natal, é Natal🎄🎄🎄🎄🎄
Das lágrimas de emoção às de tristeza é um instante!
Adoro o Natal, os cheiros, a casa cheia, a gente, a família... As tardes a correr, as últimas compras, as filhós da mãe, o vinho do Porto a acompanhar mal saíam da canela com o açúcar, o calor da cozinha, dos fritos e dos assados, a música de Natal durante toda a tarde, o pinheiro, comprado na drogaria, colocado dentro de um balde com batatas (para não cair) as mesmas luzes em forma de flores, as mesmas bolas, o mesmo presépio, com um papel azul escuro com umas estrelas a fazer de céu, uma cabana de madeira e um papel castanho enrugado a fazer de chão com apontamentos de musgo que íamos apanhar nos muros ao pé de casa.
E tudo mudou. O que era uma festa genuína começou a ser uma formalidade, quase uma obrigação com os devidos constrangimentos. O ficar à espera que nos dissessem «venham!» o esperar uma tarde inteira pela chamada, «ah, pensava que não queriam vir!», «pois, pensava que não nos queriam cá!», «que disparate , é Natal!», «onde é que dormem?», «não quero ninguém na sala!»... Mais alguma coisa? Sim, passar a noite da Natal trancada num quarto, a comer chocolates belgas com os miúdos, agarrada a eles com uma vontade enorme de chorar. Já chega...
Ainda foram bons os almoços com os primos velhos que, entretanto, amuaram e se zangaram comigo (por não entenderem nada de nada), portanto acabaram-se os almoços na tasca da Alameda, e assim como assim, acabou-se também o jantar e almoço de Natal nos Olivais, onde, seguramente, já não sinto pertencer. Fico com a MINHA FAMÍLIA, criada por mim, à minha medida, onde o amor é incondicional, onde não há moeda de troca, sem expectativas, porque é como é e como deve ser. Já não somos só cinco, já somos sete e temos de estar em vários lugares, por isso é como pode e deve ser.
Fica um amargozinho, pois fica, sobretudo quando vejo uma referência ancestral que se desmorona à nossa frente. Uma família desconjuntada, irmãs que mal se dão, a Mãe tão debilitada, tão frágil, tão distante, um mundo a desabar onde se instalou o desconforto. É Natal!
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
domingo, 7 de dezembro de 2014
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
terça-feira, 18 de novembro de 2014
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
domingo, 16 de novembro de 2014
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
sábado, 18 de outubro de 2014
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Por que os cães vivem menos tempo que as pessoas?
Um veterinário foi chamado para examinar um cão irlandês de 13 anos de idade chamado Belker. A família do cão, Ron, a sua esposa Lisa e o seu pequeno Shane, eram muito ligados a Belker e aguardavam por um milagre.
Examinou Belker e descobriu que estava a morrer de cancro. Disse à família que não poderia fazer nada por Belker e ofereceu-se para realizar o procedimento de eutanásia em casa deles. No dia seguinte, sentiu aquela sensação familiar na minha garganta quando Belker foi circundado pela família. Shane parecia tão calmo enquanto acariciava o seu cão pela última vez, e o veterinário questionava-se se ele entendia o que estava a acontecer. Em poucos
minutos, Belker fechou, pacificamente, os olhos num sono do qual não iria acordar. O menino parecia estar a aceitar a transição de Belker sem dificuldade. Sentaram-se por um momento perguntando-se sobre o porquê do facto infeliz da vida dos cães ser mais curta do que a dos seres humanos.
Shane, que tinha estado a escutar atentamente, disse: «Eu sei porquê.» O que ele disse depois espantou o veterinário e deixou-o sem fala. Nunca antes tinha ouvido explicação mais reconfortante que essa. Esse momento mudou a sua maneira de ver a vida. Shane disse: «Nós vimos ao mundo para aprender a viver uma boa vida, aprender a amar os outros todos os dias e sermos boas pessoas, não é? Bem, como os cães já nascem a saber tudo isso, não têm de ficar cá durante tanto tempo como nós.»
Moral da história?
Se um cão fosse teu professor, aprenderias coisas como:
1) Quando os teus entes queridos chegam a casa, corre sempre para os cumprimentar.
2) Nunca deixes passar uma oportunidade para ir passear.
3) Permite que a experiência do ar fresco e do vento, na tua cara, seja de puro êxtase.
4) Faz umas sonecas.
5) Espreguiça-te antes de te levantares.
6) Corre, salta e brinca diariamente.
7) Melhora a tua atenção e deixa que as pessoas te toquem.
8) Evita morder quando um simples rosnar seja o suficiente.
9) Em dias quentes, deita-te de costas sobre a relva com as pernas e braços abertos.
10) Num clima muito quente, bebe muita água e deita-te à sombra duma árvore frondosa.
11) Quando estiveres feliz, dança.
12) Delicia-te com a simples alegria de uma longa caminhada.
13) Sê fiel.
14) Nunca pretendas ser algo que não és.
15) Se o que queres, está enterrado... cava até encontrares.
16) Quando alguém esteja a ter um mau dia, fica em silêncio, senta-te a seu lado e, suavemente, faz-lhe sentir que não está só...
domingo, 28 de setembro de 2014
terça-feira, 23 de setembro de 2014
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
domingo, 14 de setembro de 2014
Quem canta seus males espanta, e quem escreve?
Dizer que detesto setembro já é um lugar comum, corriqueiro, recorrente... Quem me conhece, quem me lê já sabe!
Depois de ter entregue a Inês a uma educadora no suposto «transporte» para a creche, sair de casa para ir ao pão, aproveitar para ir ao Machado comprar um croissant num pulinho e voltar para casa a correr, para não chegar atrasada à boleia combinada... e não chegar a lado nenhum, nem a casa, a não ser três meses depois. Uma viagem alucinante ao mundo dos acidentes na estrada, às urgências dos hospitais, às desgraças anunciadas, às perdas, aos medos maiores, de perder tudo, os filhos, o amor da nossa vida, a vida... «Vou morrer?», «Vamos fazer tudo para que isso não aconteça...», «Domingos, vai ter de escolher, a sua mulher ou o seu filho, em caso de a coisa correr mal...». Inimaginável antes de sair de casa. O céu pode esperar foi a merda de filme que vi dias antes e depois foi pedir insistentemente que o céu esperasse, não queria ir já, mesmo que não fosse para o céu! Não me levem, ainda não... tenho uma filha pequenina e um bebé a caminho, não me levem, Deus, não me leves! E não me levou, dou graças todos os dias por não me ter levado. E peço todos os dias que me deixe ver os meus filhos mais vezes, sempre que possível, quero ter trabalho com os seus casamentos, com os seus filhos, longas conversas com o meu marido sobre tudo, a propósito de tudo, sobre os meus netos, ir passear com eles...
Já passaram vinte e seis anos, mas foi ontem. As deceções, as dores, a falta de apoio e de respeito quando mais se precisa. Não se pense que se esquece... Não. Não se esquece e não é pelo rancor ou pela mágoa, é mesmo só pela tristeza que nos causaram, quando sabiam muito bem o que estavam a fazer!
sábado, 13 de setembro de 2014
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