Oliver Jeffers
sábado, 31 de dezembro de 2016
domingo, 18 de dezembro de 2016
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
terça-feira, 15 de novembro de 2016
domingo, 13 de novembro de 2016
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
domingo, 23 de outubro de 2016
sábado, 15 de outubro de 2016
Cinco coisas, Neruda
Primeiro é o amor sem fim
A segunda é ver o outono
A terceira é o grave inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são teus olhos
Não quero dormir sem teus olhos.
Não quero ser... sem que me olhes.
Abro mão da primavera para que continues me olhando.
Pablo Neruda
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Professor, sê-lo...
Um aluno dorme,
Cansado das canseiras desta vida.
O professor vai sacudi-lo?
Vai repreendê-lo?
Não.
O professor baixa a voz,
Com medo de acordá-lo.
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
terça-feira, 16 de agosto de 2016
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
sexta-feira, 15 de julho de 2016
Marc Levy
Comme tant d’hommes et de femmes à travers le monde, je ne cesse de penser à ceux et celles qui ont perdu la vie à Nice. Je pense à eux, à leurs proches, aux familles brisées par la barbarie.
Aux larmes se mêlent un sentiment d’effroi et de colère, une tristesse profonde, puis le silence.
Existe-t-il une réponse appropriée face aux barbares prisonniers de leur haine ? J’avoue humblement l’ignorer.
Sinon que de leur montrer haut et fort qu’en France, notre si beau pays, nous avons choisi d’être libres et d’aimer. Et rien ne nous fera dévier de ce choix.
Ils veulent nous faire peur ? Et si nous parlions de leurs peurs.
Ils ont peur du passé, du présent et du futur.
Ils ont peur de la joie et des rires, de la littérature, de la musique, de l’art, de la culture sous toutes ses formes.
Ils ont peur du désir, du plaisir, de la beauté de la diversité du monde.
Ils ont peur des enfants et des femmes.
Ils ont peur de leurs frères. Ils ont peur d’être libres.
Mais plus que tout, ils ont peur de nous.
Parce que là où ils entretiennent l’ignorance, nous éduquons, là où ils détruisent, nous construisons, là où ils font couler le sang, nous soignons.
Parce que nous nous réinventons sans cesse, plus nombreux, plus solidaires.
Parce que nous sommes libres et capables d’amour, de beaucoup d’amour.
Et leur impuissance à accomplir tout cela les terrifie.
Marc Levy
Albert Camus
"Quelque chose en nous a été détruit par le spectacle des années que nous venons de passer. Et ce quelque chose est cette éternelle confiance de l'homme, qui lui a toujours fait croire qu'on pouvait tirer d'un autre homme des réactions humaines en lui parlant le langage de l'humanité. Nous avons vu mentir, avilir, tuer, déporter, torturer, et à chaque fois il n'était pas possible de persuader ceux qui le faisaient de ne pas le faire, parce qu'ils étaient sûrs d'eux et parce qu'on ne persuade pas une abstraction, c'est-à-dire le représentant d'une idéologie. Le long dialogue des hommes vient de s'arrêter. Et, bien entendu, un homme qu'on ne peut persuader est un homme qui fait peur".
Albert Camus
"Le Siècle de la Peur", (Combat, novembre 1948)
Actuelles I
segunda-feira, 11 de julho de 2016
domingo, 10 de julho de 2016
domingo, 22 de maio de 2016
15 maio, famílias
domingo, 24 de abril de 2016
sexta-feira, 22 de abril de 2016
quarta-feira, 20 de abril de 2016
domingo, 17 de abril de 2016
sábado, 16 de abril de 2016
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Que mi(ni)stério é este??? E continua o baile!
sábado, 9 de abril de 2016
Diamantino Alves Patrício ou a impossível viagem à Serra da Estrela
Gostava dele, não pela disciplina, mas pelo simples facto de já ser muito velhote. Não faço ideia qual a sua idade, mas era mesmo velhinho, tendo em conta que, naquela altura, já os meus pais eram os mais velhos dos pais. As restantes disciplinas estavam entregues a mulheres, só guardo o nome da de Português, «Sou a Marina Alberty, vice-reitora e irmã do célebre escritor, Ricardo Alberty.». Realmente a noção de celebridade, ainda hoje, me causa constrangimentos. Sabia lá eu quem era o célebre escritor! Nesse ano passei chumbada a Português, está visto que não conhecer as celebridades tem o que se lhe diga... Anos, muitos, mais tarde, recebi de presente de Natal um livro com a seguinte dedicatória: «Com um beijinho do irmão da autora.». Pronto, está tudo explicado, tudo ao mesmo nível, nível zero da educação!
sexta-feira, 8 de abril de 2016
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Confidências, Almada Negreiros
Mãe! dói-me o peito. Bati com o peito contra a estátua que tem em cima o verbo ganhar. Ainda não sei como foi. Eu ia tão contente! eu ia a pensar em ti e no verbo saber e no verbo ganhar. Estava tudo a ser tão fácil! Já estava a imaginar a tua alegria quando eu voltasse a casa com o verbo saber e o verbo ganhar, um em cada mão! Dói-me muito o peito, mãe! passa a tua mão pela minha cabeça!











