quarta-feira, 30 de novembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
O meu mano, o Guilherme
Eu tenho um irmão chamado Guilherme, ele encanta-me
como a minha mãe, o meu pai, a minha irmã, eu gosto muito deles.
O meu irmão não é muito alto nem
muito baixo, tem cabelos castanhos, olhos castanhos, é magro, gosta de futebol,
de hóquei em patins. Quando eu soube que a minha mãe estava grávida dele eu
disse que queria uma irmã, como a maior parte das raparigas costuma dizer, mas
depois quando ele nasceu foi diferente: eu fiquei muito contente por saber que
tinha um irmãozinho e era engraçado estar ali em frente a um bebé e ele estar a
rir porque nos acha graça.
Foram passando os anos e agora ele já
tem seis anos, entrou agora para a primária. Eu, como irmã mais velha,
conto-lhe histórias, brinco com ele, escrevo-lhe os jogos no computador mas às
vezes também nos zangamos ou por isto ou por aquilo mas tudo passa num instante
e já estamos a brincar juntos ou a fazermos uma corrida de bicicleta na wii. Eu
gosto muito dele, é simpático, carinhoso, engraçado, divertido, brincalhão, estudioso
(quando chega a casa vai logo fazer os trabalhos de casa). Eu gosto muito do
meu irmão.
Maria
Carolina Malato Santos
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Quem me encanta... o meu irmão
Eu sou o Victor, tenho dez anos, ando
na escola André de Resende, no quinto ano, na turma G.
Eu sou do Chile e vim para aqui porque
os meus pais vieram fazer o doutoramento a Évora, e o que aconteceu é que como
eles gostaram de Évora nós ficámos por cá.
Como este é um texto do meu irmão, eu
não vou continuar a perder tempo falando sobre mim, mas sim do meu irmão
Gabriel, que anda também nesta escola. Ele anda no sétimo ano, na turma A, tem
doze anos, tem muitos cabelos pretos e acho que tem uma admiradora.
Ele é um bocado chato comigo mas é
engraçado. Ele sempre andava a mover os cabelos para a esquerda, mas como agora
ele cortou os cabelos na parte de frente já não faz isso.
A coisa que ele tem e que não deveria
ter é um peluche chamado António Ezequiel, e é uma zebra.
Na minha casa ele apanha-me de
surpresa, agitando o meu corpo como se eu estivesse numa montanha russa e eu
não gosto de montanhas russas.
Na minha casa é mesmo assim: o meu
irmão chateia-me, eu também chateio-o e a minha mãe para-nos.
Eu acho que ele é simpático, e eu
também sou simpático com ele.
Víctor Vidal 5ºG
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Não digas nada!
Não Digas Nada!
Não digas nada!
Nem mesmo a verdade
Há tanta suavidade em nada se dizer
E tudo se entender —
Tudo metade
De sentir e de ver...
Não digas nada
Deixa esquecer
Talvez que amanhã
Em outra paisagem
Digas que foi vã
Toda essa viagem
Até onde quis
Ser quem me agrada...
Mas ali fui feliz
Não digas nada.
Fernando Pessoa, in Cancioneiro
Não digas nada!
Nem mesmo a verdade
Há tanta suavidade em nada se dizer
E tudo se entender —
Tudo metade
De sentir e de ver...
Não digas nada
Deixa esquecer
Talvez que amanhã
Em outra paisagem
Digas que foi vã
Toda essa viagem
Até onde quis
Ser quem me agrada...
Mas ali fui feliz
Não digas nada.
Fernando Pessoa, in Cancioneiro
Chove. Que fiz eu da vida ?
Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!
F.Pessoa, 23-10-1931
CAI CHUVA DO CÉU CINZENTO - FERNANDO PESSOA
Cai chuva do céu cinzento
Que não tem razão de ser.
Até o meu pensamento
Tem chuva nele a escorrer.
Tenho uma grande tristeza
Acrescentada à que sinto.
Quero dizer-ma mas pesa
O quanto comigo minto.
Porque verdadeiramente
Não sei se estou triste ou não,
E a chuva cai levemente
(Porque Verlaine consente)
Dentro do meu coração.
.
Que não tem razão de ser.
Até o meu pensamento
Tem chuva nele a escorrer.
Tenho uma grande tristeza
Acrescentada à que sinto.
Quero dizer-ma mas pesa
O quanto comigo minto.
Porque verdadeiramente
Não sei se estou triste ou não,
E a chuva cai levemente
(Porque Verlaine consente)
Dentro do meu coração.
.
BILHETE
Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda…
Mário Quintana
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
«Toda criança tem de ser bem protegida, contra os rigores do tempo, contra os rigores da vida». «Não apenas aqueles que a lei assegura, mas também os que só muita liberdade, brincadeira e alegria podem garantir: direito a correr na beira do mar, a ver uma estrela cadente, filme que tenha robô, ganhar um lindo presente, ouvir histórias do avô». Ruth Rocha
Os direitos das crianças
Olá! Sabias que
tu por teres idade inferior a 18 anos tens direitos especiais? Pois
é, e eles são 54 artigos que te defendem. A Organização
das Nações Unidas proclamou que a infância
tem direito a uma ajuda e assistência especiais, e sabias também
que a Declaração dos Direitos da Criança, foi adoptada
em 20 de Novembro de 1959 pela Assembleia Geral das Nações
Unidas? Isso já foi há 44 anos!
Vamos aqui enumerar alguns
desses teus direitos, porque tal como o artigo 42 diz, tu deves conhecer
e de compreender os teus direitos.
Artigo 1 - Todas
as pessoas com menos de 18 anos têm todos os direitos escritos nesta
Convenção;
Artigo 2 - Tens
todos esses direitos seja qual for a tua raça, sexo, língua
ou religião. Não importa o país onde nasceste, se
tens alguma deficiência, se és rico ou pobre;
Artigo 3 - Quando
um adulto tem qualquer laço familiar, ou responsabilidade sobre
uma criança, deverá fazer o que for melhor para ela;
Artigo 6 - Todas
as pessoas devem reconhecer que tens o direito à vida;
Artigo 7 - Tens
o direito a um nome registado, ou seja, que haja um registo do nome dos
teus pais, do teu próprio nome e de onde nasceste;
Artigo 9 - Não
deves ser separado dos teus pais, excepto se for para o teu próprio
bem, no caso dos teus pais te maltratarem ou não cuidarem de ti.
Se eles se decidirem separar-se vais ter de ficar a viver com um deles,
mas tens o direito de contactar facilmente os dois;
Artigo 10 - Se
tu e os teus pais viverem em países diferentes, tens o direito
a regressar e a viver junto deles;
Artigo 11 - Não
deves ser raptado, mas se isso acontecer o governo do teus país
tem de fazer tudo o que for possível para te libertar;
Artigo 12 - Quando
os adultos tomarem alguma decisão que te afecte a vida, tens o
direito de dar a tua opinião e de ser ouvido;
Artigo 13 - Tens
o direito de descobrir coisas e dizer o que pensas através da fala,
da escrita ou de outros meios, excepto se, ao fazê-lo, estiveres
a interferir com os direitos de alguém;
Artigo 14 - Tens
direito à liberdade de pensamentos e de praticares a religião
que quiseres. Os teus pais têm o dever de te fazer compreender o
que está certo e o que está errado;
Artigo 15 - Tens
o direito a reunir-te com outras pessoas e a criar grupos ou associações,
desde que não violes os direitos dos outros;
Artigo 16 - Tens
o direito à privacidade. Podes ter por exemplo um diário,
onde mais ninguém possa ter acesso;
Artigo 17 - Tens
o direito de ser informado o que se passa no mundo através dos
"media" (televisão, jornais, rádio, etc). Os adultos
devem ter a preocupação que tu compreendes tudo;
Artigo 18 - Os
teus pais devem educar-te, procurando o que é melhor para ti;
Artigo 19 - Ninguém
deve exercer sobre ti qualquer espécie de maus tratos. Os adultos
devem proteger-te contra abusos, violência e negligência.
Mesmo se forem os teus pais eles não têm o direito de te
maltratarem;
Artigo 20 - Se
não tiveres pais, ou se não for bom para ti viveres com
eles, tens o direito a protecção e ajudas especiais;
Artigo 21 - Caso
tenhas sido adoptado, os adultos têm de garantir que tudo é
feito de melhor maneira para ti;
Artigo 22 - Se
fores refugiado (se tiveste de abandonar os teus pais por motivos de segurança),
tens direito e cuidados especiais;
Artigo 24 - Tens
direito à saúde. Se estiveres doente tens direito a ter
acesso a medicamentos. Os adultos devem ter todo o cuidado que as crianças
adoeçam, dando-lhes alimentação adequada;
Artigo 27 - Tens
direito a um nível de vida digno. Isso significa que tens direito
a comida, roupa, casa, se os teus pais não te poderem dar isso
tudo o governo tem o dever de ajudar;
Artigo 28 - Tens
direito à educação. O ensino básico deve ser
gratuito. Também deves ter a possibilidade de frequentar o ensino
secundário;
Artigo 29 - A
educação tem como objectivo desenvolver a tua personalidade,
talentos e aptidões mentais e fisicas. A educação
deve também preparar-te para seres um cidadão informado,
autonómo e responsável, tolerante e respeitador dos direitos
dos outros;
Artigo 30 - Se
pertenceres a uma minoria, tens o direito de viver de acordo com a tua
cultura, praticar a tua religião e falar a tua língua;
Artigo 32 - Tens
direito a protecção contra a exploração económica,
ou seja, não deves trabalhar em situações que ponham
em causa a tua saúde ou a tua educação. Em Portugal
existe uma lei que proibe que crianças com menos de 16 anos não
devem estar empregadas;
Artigo 33 - Tens
direito a ser protegido contra o tráfico e consumo de drogas;
Artigo 34 - Tens
o direito de ser protegido contra abusos sexuais, ninguém te pode
tocar, tirar fotografias contra tua vontade;
Artigo 35 - Ninguém
te pode raptar ou vender;
Artigo 37 - Não
deverás ser preso, excepto como medida de último recurso,
nesse caso tens direitos e cuidados próprios para a tua idade e
a visitas regulares da tua familia;
Artigo 38 - Tens
direito a protecção no caso de guerra;
Artigo 39 - Uma
criança vítima de maus tratos ou de negligência, tem
direito a protecção e a cuidados especiais;
Artigo 40 - Se
fores acusado de teres cometido um crime, tens direito a defender-te.
No tribunal, a policia, advogados e o juíz devem tratar-te com
respeito e de procurar fazer-te compreender o que se está a passar;
Artigo 42 - Todos
os adultos e crianças devem conhecer esta Convenção.
Tens o direito a compreender os teus direitos e os adultos também.
sábado, 19 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
POEMINHA DO CONTRA
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
Frase do dia... Ó malta dos testes e dos exames, pensem lá!
«Não tem porque interpretar um poema. O poema já é uma interpretação.»
Mário Quintana
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
«I miss you so much», Van Morrisson
I miss you so much, I can't stand it
Seems like my heart, is breaking in two
My head says no but my soul demands it
Everything I do, reminds me of you
I miss you so much, in this house full of shadows
While the rain keeps pouring down, my window too
When will the pain, recede to the darkness
From whence it has come, and I'm feeling so blue
Ain't goin'down, no more to the well
Sometimes it feels like, I'm going to hell
Sometimes I'm knocking, on your front door
But I don't have nothing, to sell no more
Seems like the spirit, is pushing me onwards
I'm able to see, where I tripped and went wrong
I'll just have to guess, where my soul will find comfort
And I miss you so much, when I'm singing my song
Ain't goin' down, no more to the well
And sometimes it seems, I'm going to hell
You'll find me knocking, on your front door
But I don't have nothing, to sell no more
Seems like my spirit, is pushing me onwards
'Til I'm able to see where, I tripped when I went wrong
I'll just have to guess, where my soul will get comfort
I miss you so much, when I'm singing my song
I miss you so much, I can't stand it
Seems like my heart is breaking in two
My head says no, but my soul demands it
And everything I do, reminds me of you
Everything I do, reminds me of you
Seems like my heart, is breaking in two
My head says no but my soul demands it
Everything I do, reminds me of you
I miss you so much, in this house full of shadows
While the rain keeps pouring down, my window too
When will the pain, recede to the darkness
From whence it has come, and I'm feeling so blue
Ain't goin'down, no more to the well
Sometimes it feels like, I'm going to hell
Sometimes I'm knocking, on your front door
But I don't have nothing, to sell no more
Seems like the spirit, is pushing me onwards
I'm able to see, where I tripped and went wrong
I'll just have to guess, where my soul will find comfort
And I miss you so much, when I'm singing my song
Ain't goin' down, no more to the well
And sometimes it seems, I'm going to hell
You'll find me knocking, on your front door
But I don't have nothing, to sell no more
Seems like my spirit, is pushing me onwards
'Til I'm able to see where, I tripped when I went wrong
I'll just have to guess, where my soul will get comfort
I miss you so much, when I'm singing my song
I miss you so much, I can't stand it
Seems like my heart is breaking in two
My head says no, but my soul demands it
And everything I do, reminds me of you
Everything I do, reminds me of you
Terroxoxô, um conto de Évora pelo 6ºB
Terroxoxô
Era uma vez uma mulher casada
dizia que o marido a adorava
se ela morresse ele nunca iria casar
nem outra mulher voltaria a amar.
Uma vizinha bem lhe dizia
que isso era tudo uma fantasia,
o marido não a adorava
e em podendo até a matava.
Um dia o marido a casa chegou
e nesse instante ali encontrou
a mulher esticada como morta
branca e caída atrás da porta.
A vizinha não tardou a chegar
mas avisou logo que não podia ficar
mandaria para lá a sua filha
sabendo que ela era uma maltrapilha.
A vizinha fez uma cama no chão
e nela colocou um colchão
dizendo que era para a gaiata se deitar
e aquele homem assim enganar.
Afinal quem se deitou
foi a mulher que sempre o amou
e quando pela noite adiante
lhe deu uma vontade deselegante,
ela levantou-se e ele disse-lhe assim:
- Ai minha alma meu serafim
que até no mijar fazes terlintintim;
Que a outra que o diabo levou
Quando mijava fazia terroxoxô.
A mulher apareceu ali ao lado
e deixou o marido acabrunhado.
Bendito louvado
conto acabado!
Alexandra Mamede
Ana Cruz
Carolina Escada
Margarida Franco
Maria Padrão
6ºB
terça-feira, 15 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Continuação... pela Mafalda!
Nils levantou-se e
pensou bem como seria a sua vida daquele momento para diante.
Nils foi andando à
procura de abrigo onde se pudesse proteger. Quando Nils estava prestes a parar
para descansar observou uma pequena luzinha e decidiu caminhar até ela.
Nils ficou espantado
quando viu uma série de gnomos. Nesse momento um dos gnomos dirigiu-se a ele e
disse-lhe que onde ele se encontrava era a Gnomoland, a terra dos gnomos. Todos
os gnomos que lá estavam eram trabalhadores, simpáticos e tinham o dever de
ajudar as crianças. Cada um tinha a sua tarefa.
O Nils encontrou uma
pequena bancada onde aparecia o nome de uma criança, a sua foto, idade e que
gnomo a iria ajudar.
Nils estava curioso, nesse preciso momento
uma rapariga apareceu na tal bancada, ela chamava-se Alice, tinha catorze anos
e o gnomo que a iria ajudar era ele o próprio Nils. Então Nils carregou num
botão e foi transportado para casa da menina.
Era rebelde, a
rapariga. Era má, estava-se nas tintas para a escola, era preguiçosa. Nils
viu-se numa aventura, Nils queria mudar, então ajudaria a rapariga e mudava-se
a si mesmo.
Começou por ajudá-la
a ser bem comportada, depois por a ajudar a fazer os trabalhos de casa e
ajudou-a a ser uma boa aluna:
- Estava sempre atenta nas aulas;
- Tinha bons resultados nos testes;
- Era assídua;
- Fazia sempre os trabalhos de casa;
- Respeitava os professores;
Nils estava muito
satisfeito com o que tinha feito, o seu comportamento tinha mudado
completamente ele sentia que sim. Ficou muito orgulhoso por ter ajudado a Alice,
que também estava completamente diferente.
Um dos gnomos
dirigiu-se a Nils e deu-lhe os parabéns. Nils agradeceu com muita gentileza, o
gnomo pela sua dedicação em ajudar Alice resolveu transformá-lo outra vez numa
pessoa.
Nils agradeceu, tinha aprendido uma grande
lição.
Quando já estava em
casa sentou-se na grande poltrona e recomeçou a ler.
Mafalda de
Sousa Mendes 5º G
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