sábado, 31 de maio de 2014
quinta-feira, 29 de maio de 2014
segunda-feira, 26 de maio de 2014
The Lumineers - "Stubborn Love" (Official Video)
It's better to feel pain, than nothing at all
The opposite of love's indifference
So pay attention now, I'm standing on your porch screaming out
And I won't leave until you come downstairs...
quinta-feira, 22 de maio de 2014
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Ou há moralidade ou comem todos!
Assim sendo, e já que a segunda fase dos exames vale 100%, o meu conselho é:
QUE SE LIXE A 2ª FASE!
e já agora, lindos meninos, portaram-se lindamente nos exames! Vamos esperar com muita calma pelos resultados.
Lena, Vaz ou não vás?
Oh, como eu odiava aquele professor de História! Piada?! Sem qualquer tipo de graça! Já o meu pai se queixava do mesmo do seu tempo de estudante(!!!). Engraçadinhos sempre os houve, mas com este eu vingava-me (achava eu) quando falava do «pilão» (ih, ih, ih, risos parvos de miúda parva) dos romanos, no meu primeiro ano no D. Diniz, em 72/73.
Esta introdução para referir que, na família Martins, somos as únicas Vaz, Martins Vaz! Pois... Quando o meu Domingos soube que eu era Vaz, pensou duas vezes, ele lá tinha as suas razões! Adiante! Mas esta questão dos Vaz e dos Martins tem o que se lhe diga! Quando eu disse uma vez que era mais Costa Santos do que Martins, também tinha as minhas razões! Os Costa Santos berram uns com os outros, discutem desalmadamente, dizem tudo o que têm a dizer e se for preciso pedem desculpa, mil vezes se for necessário. Falam de tudo, do conveniente e do inconveniente, lavam a alma, entregam-se, amam como se não houvesse amanhã e magoam, magoam... Mas falam e dizem e amam.
Os Martins calam. Fica o silêncio, a solidão, a angústia do silêncio, porque são frios na dor, e sofrem sozinhos e fazem sofrer. E calam-se, deixam o silêncio tomar conta das suas vidas. Rompem, rasgam, põem gravatas encarnadas quando estão de luto, porque assim mostram aos outros como estão acima de qualquer outro ser, porque, na lei da sobrevivência, sobrevivem os mais fortes, e os Martins são fortes. Pois eu sou Costa Santos. Prefiro mil vezes gritar e chorar, pedir desculpa pelas barbaridades que possa dizer do que calar, calar, calar, e ser, finalmente, consumida pelo silêncio.
Prefiro ser Costa Santos....
segunda-feira, 19 de maio de 2014
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Reflexão II
Segunda-feira, 8.33h, chamada em pânico para o 112!
«Ai o meu coração!» Nem ouvi mais nada, por favor, uma ambulância, tenho um miúdo em crise cardíaca! Depressa! «Tenha calma, professora, acalme-se e leve a criança para um local longe dos outros miúdos!» Calma? Longe? Alguém estará preparado para isto? Desculpa, miúdo! O que andamos nós a fazer com esta gente? O que anda esta gente a fazer connosco? A uma semana das provas finais andamos todos num stress que não se justifica. Nós, porque trabalhámos tanto, só queremos que eles mostrem que sabem, eles porque sentem a nossa pressão e nem sempre sabem reagir, porque são miúdos. Ainda há aqueles que se estão rigorosamente nas tintas, para ser simpática, o que for será! Esses nem sabem o que é pressão, stress, é o que for, e saem da prova a dizer «Fácil!» ou «Muito fácil!».
O exame é amanhã! Digo isto desde o ano passado. Ó professora, estamos no 5º ano, é só para o ano! Enganam-se. O exame é já amanhã. E o amanhã chegou. Estão a ver como eu tinha razão? Já não há mais nada a fazer. Esperar que tenham juízo e cabeça fresca, como dizia a minha mãe, porque a sorte não é para aqui chamada.
Reflexão I
Ontem um dos miúdos perguntou-me se eu ia ser uma boa sogra ou uma «daquelas». Eu respondi-lhe que não sabia, tendo em conta que uma sogra é sempre uma sogra e que depende do ponto de vista de cada um!
Se me tivesse perguntado se eu era uma boa pessoa, também não saberia responder-lhe. Continua a depender do ponto de vista de cada qual, tendo em conta que eu não pretendo prejudicar ninguém, pelo contrário, faço questão de fazer bem as coisas , pensadas, de forma a não criar mal-entendidos, mas, pelos vistos, é coisa difícil, quase impossível, porque quando dou por mim, tenho gente de quem gosto super ofendida comigo!
Assim sendo, eu que, normalmente, tenho sempre resposta pronta, na ponta da língua, aqui fico totalmente sem resposta.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
segunda-feira, 5 de maio de 2014
«Quem diz a verdade não merece castigo.»
Há verdades inconvenientes, de facto, nem todas podem ser ditas de ânimo leve e é verdade que sou desbocada, mas não sou cínica nem hipócrita. E há maneiras e maneiras de dizer as coisas. Tenho aprendido à minha custa, com muita dor à mistura, a dizer as coisas que entendo que devo dizer, de forma a não magoar quem me ouve, principalmente aqueles de quem eu gosto. E nem sempre consigo. Se calhar, não consigo mesmo... Porque, talvez as pessoas prefiram ouvir umas mentirinhas ou não ouvir nada, a ouvir o que eu teria para dizer. Mas quando tive cancro, prometi a mim própria que nunca deixaria nada por dizer! E até ando a engolir alguns sapos que me andam a engasgar há uns tempos!
Desabafando: estou farta de filmes de quinta categoria, daqueles em que nos tornamos personagens principais, normalmente maléficas, em que tudo o que fazemos é para chatear, magoar, incomodar... Numa altura em que eu devia andar feliz, apesar das imensas preocupações que me afligem, a saúde das nossas mães, por exemplo, ando a pensar no que não devo, a pensar o que poderia ter feito de diferente, ou se não deveria ter feito nada e o silêncio que resolvesse tudo.
Pois é, não sou assim! E percebo que não gostem da minha maneira de ser. Até percebo...
É a vida, diria o outro!
Mas Fernando Pessoa é que tem razão. Não admira que, cada vez mais, me apeteça um copito!
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