- Saúde
- Saúde
- Saúde
- Saúde
- Saúde
- Que os miúdos fiquem bem
- Que sejamos felizes
- Que os velhotes se aguentem
- Que os empregos não fujam
- Que o dinheiro chegue para os gastos
- Que eu seja uma boa sogra
- e, já agora, uma pessoa melhor...
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Doze passas, doze pedidos:
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
'Ordinary Love' - New Video by Oliver Jeffers & Mac Premo
The sea wants to kiss the golden shore
The sunlight warms your skin
All the beauty that's been lost before
Wants to find us again
The sunlight warms your skin
All the beauty that's been lost before
Wants to find us again
I can't fight you anymore
It's you I'm fighting for
The sea throws rocks together
But time leaves us polished stones
It's you I'm fighting for
The sea throws rocks together
But time leaves us polished stones
We can't fall any further
If we can't feel ordinary love
We cannot reach any higher
If we can't deal with ordinary love
If we can't feel ordinary love
We cannot reach any higher
If we can't deal with ordinary love
Birds fly high in the summer sky
And rest on the breeze
The same wind will take care of you and
We'll build our house in the trees
And rest on the breeze
The same wind will take care of you and
We'll build our house in the trees
Your heart is on my sleeve
Did you put it there with a magic marker
For years I would believe
That the world couldn't wash it away
Did you put it there with a magic marker
For years I would believe
That the world couldn't wash it away
'Cause we can't fall any further
If we can't feel ordinary love
We cannot reach any higher
If we can't deal with ordinary love
If we can't feel ordinary love
We cannot reach any higher
If we can't deal with ordinary love
Are we tough enough
For ordinary love
For ordinary love
We can't fall any further
If we can't feel ordinary love
We cannot reach any higher
If we can't deal with ordinary love
If we can't feel ordinary love
We cannot reach any higher
If we can't deal with ordinary love
We can't fall any further
If we can't feel ordinary love
We cannot reach any higher
If we can't deal with ordinary love
If we can't feel ordinary love
We cannot reach any higher
If we can't deal with ordinary love
Read more: U2 - Ordinary Love Lyrics | MetroLyrics
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
domingo, 22 de dezembro de 2013
sábado, 21 de dezembro de 2013
E depois há (dias) noites assim! Obrigada, queridas Amigas!
Ementa:
Roquefort acamado em tostas
Sopa de coentrada
Sopa de coentrada
Bacalhau divinal
Salada
Mousse de chocolate
Bombons
Vinho tinto Vale do Rico Homem
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
domingo, 15 de dezembro de 2013
Reviver o passado em Vila Franca do Rosário
Depois de tomada a decisão, de ter um anel lindo no dedo, veio a pergunta «Querem ir viver na quinta? Não pagam água, nem luz...» Podemos ter pensado, mas não foram duas vezes. «Sim! E seja o que Deus quiser!»
Longe de tudo, de todos, com o carro do meu pai, mais ou menos emprestado, às vezes, em calhando, Vila Franca do Rosário esperava por nós.
Arranjámos a casa à nossa medida. Fizemos uma cobertura em madeira no teto, por causa do caruncho e do frio, alcatifámos a sala e o quarto, pusemos um revestimento giríssimo no chão da cozinha e da casa de banho, xadrez azul e branco, comprámos as mobílias, pintámos a casa, pusemos uma porta nova, oferecida pelo Mário, que já conhecia aquele espaço de outras andanças, e passámos fins de semana, uns atrás dos outros, a arranjar a nossa primeira casa.
Como sempre, atirámo-nos de cabeça, depois logo se via...
Com imensa sorte, fiquei colocada na Malveira, horário de tarde, o Domingos ia para Lisboa todos os dias, de «carreira», não havia dinheiro que alimentasse o Ford Taunus 17m, que emborcava 17 litros aos 100. E assim foi, viagens em cima de viagens, para lá e para cá, sozinha o dia todo, à espera que chegasse a noite e com ela o Domingos. Quanto a mim, ia no autocarro que levava os miúdos à escola, pendurada com todas as delicadezas, o condutor tratava-me por diretora, coitado, pensava que eu o era, mas era só mesmo diretora de turma. Grávida, enjoada que nem uma texuga, numa estrada de curvas e contra-curvas, e os miúdos a comerem o almoço que não tinham comido à hora devida, sopa, bananas, mas o pior era mesmo o cheiro das laranjas e das tangerinas. Chegava a casa e era a hora de chamar pelo gregório e de me deitar. Que se lixasse o jantar! E o almoço! e tudo o que tinha cheiro, os canos da casa de banho, o cão (pobrezinha da minha primeira Noca, que me perdoe nunca ter sabido tratar dela...) e a comida que o Domingos lhe fazia na rua, pois tudo me era insuportável, até eu!
Acabámos por sair da quinta no Natal do ano seguinte, mas aqueles dias foram inesquecíveis: o bacalhau a assar no forno que não trabalhava há anos, as tardes passadas a fazer ronha, o nosso princípio de vida a dois, no campo, no meio de nada, cheios de vontade de tudo.
Faria tudo outra vez, apesar de me ter apercebido, neste sábado, o quanto foi difícil, o quanto têm sido difíceis alguns momentos das nossas vidas, mas nunca desistimos, mesmo com todos os embates, vamos para a frente e ainda dizemos «Seja o que Deus quiser!»
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
domingo, 8 de dezembro de 2013
sábado, 7 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
O meu menino é d'oiro
O meu
menino é d'oiro
É d'oiro
fino
Não façam
caso que é pequenino
O meu
menino é d'oiro
D'oiro
fagueiro
Hei-de
levá-lo no meu veleiro.
Venham
aves do céu
Pousar de
mansinho
Por sobre
os ombros do meu menino
Do meu
menino, do meu menino
Venha
comigo venham
Que eu não
vou só
Levo o
menino no meu trenó.
Quantos
sonhos ligeiros
p'ra teu
sossego
Menino
avaro não tenhas medo
Onde fores
no teu sonho
Quero ir
contigo
Menino de
oiro sou teu amigo
Venham
altas montanhas
Ventos do
mar
Que o meu
menino
Nasceu
p'r'amar
Venha
comigo venham
Que eu não
vou só
Levo o
menino no meu trenó.
O meu
menino é d'oiro
É d'oiro é
de oiro fino ....
Venham
altas montanhas
Ventos do
mar ....
Fernando
Carvalho
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Amigos, por Luís Sepúlveda
«OS AMIGOS ENTREAJUDAM-SE.
OS AMIGOS VELAM PELA ALEGRIA UM DO OUTRO.
OS AMIGOS VELAM SEMPRE PELA LIBERDADE UM DO OUTRO.
OS AMIGOS COMPREENDEM AS LIMITAÇÕES UM DO OUTRO E AJUDAM-SE.
OS VERDADEIROS AMIGOS TAMBÉM PARTILHAM O SILÊNCIO.
OS VERDADEIROS AMIGOS CUIDAM SEMPRE UM DO OUTRO.
OS VERDADEIROS AMIGOS PARTILHAM OS SONHOS E AS ESPERANÇAS.
OS VERDADEIROS AMIGOS TAMBÉM PARTILHAM AS PEQUENAS COISAS QUE ALEGRAM A VIDA.
E NUNCA, NUNCA, DEVEMOS ENGANAR OS AMIGOS.
OS AMIGOS, QUANDO ESTÃO UNIDOS, NÃO PODEM SER VENCIDOS.
OS VERDADEIROS AMIGOS AJUDAM-SE MUTUAMENTE A SUPERAR QUALQUER DIFICULDADE.
OS VERDADEIROS AMIGOS PARTILHAM O MELHOR QUE TÊM.»
in História de um gato e de um rato que se tornaram amigos
OS AMIGOS VELAM PELA ALEGRIA UM DO OUTRO.
OS AMIGOS VELAM SEMPRE PELA LIBERDADE UM DO OUTRO.
OS AMIGOS COMPREENDEM AS LIMITAÇÕES UM DO OUTRO E AJUDAM-SE.
OS VERDADEIROS AMIGOS TAMBÉM PARTILHAM O SILÊNCIO.
OS VERDADEIROS AMIGOS CUIDAM SEMPRE UM DO OUTRO.
OS VERDADEIROS AMIGOS PARTILHAM OS SONHOS E AS ESPERANÇAS.
OS VERDADEIROS AMIGOS TAMBÉM PARTILHAM AS PEQUENAS COISAS QUE ALEGRAM A VIDA.
E NUNCA, NUNCA, DEVEMOS ENGANAR OS AMIGOS.
OS AMIGOS, QUANDO ESTÃO UNIDOS, NÃO PODEM SER VENCIDOS.
OS VERDADEIROS AMIGOS AJUDAM-SE MUTUAMENTE A SUPERAR QUALQUER DIFICULDADE.
OS VERDADEIROS AMIGOS PARTILHAM O MELHOR QUE TÊM.»
in História de um gato e de um rato que se tornaram amigos
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Fado do estudante, a pensar nos testes...
Que negra sina ver-me assim
Que sorte e vil degradante
Ai que saudades eu sinto em mim
Do meu viver de estudante
Nesse fugaz tempo de Amor
Que de um rapaz é o melhor
Era um audaz conquistador das raparigas
De capa ao ar cabeça ao léu
Sem me ralar vivia eu
A vadiar e tudo mais eram cantigas
Nenhuma delas me prendeu
Deixa-las eu era canja
Até ao dia que apareceu
Essa traidora de franja
Sempre a tinir sem um tostão
Batina a abrir por um rasgão
Botas a rir num bengalão e ar descarado
A malandrar com outros tais
E a dançar para os arraiais
Para namorar beber, folgar cantar o fado
Recordo agora com saudade
Os calhamaços que eu lia
Os professores da faculdade
E a mesa da anatomia
Invoco em mim recordações
Que não têm fim dessas lições
Frente ao jardim do velho campo de Santana
Aulas que eu dava se eu estudasse
Onde ainda estava nessa classe
A que eu faltava sete dias por semana
O Fado é toda a minha fé
Embala, encanta e inebria
Dá gosto à gente ouvi-lo até
Na radio - telefonia
Quando é cantado e a rigor
Bem afinado e com fulgor
É belo o Fado, ninguém há quem lhe resista
É a canção mais popular, toda a emoção faz-nos vibrar
Eis a razão de ser Doutor e ser Fadista
Vasco Santana
Que sorte e vil degradante
Ai que saudades eu sinto em mim
Do meu viver de estudante
Nesse fugaz tempo de Amor
Que de um rapaz é o melhor
Era um audaz conquistador das raparigas
De capa ao ar cabeça ao léu
Sem me ralar vivia eu
A vadiar e tudo mais eram cantigas
Nenhuma delas me prendeu
Deixa-las eu era canja
Até ao dia que apareceu
Essa traidora de franja
Sempre a tinir sem um tostão
Batina a abrir por um rasgão
Botas a rir num bengalão e ar descarado
A malandrar com outros tais
E a dançar para os arraiais
Para namorar beber, folgar cantar o fado
Recordo agora com saudade
Os calhamaços que eu lia
Os professores da faculdade
E a mesa da anatomia
Invoco em mim recordações
Que não têm fim dessas lições
Frente ao jardim do velho campo de Santana
Aulas que eu dava se eu estudasse
Onde ainda estava nessa classe
A que eu faltava sete dias por semana
O Fado é toda a minha fé
Embala, encanta e inebria
Dá gosto à gente ouvi-lo até
Na radio - telefonia
Quando é cantado e a rigor
Bem afinado e com fulgor
É belo o Fado, ninguém há quem lhe resista
É a canção mais popular, toda a emoção faz-nos vibrar
Eis a razão de ser Doutor e ser Fadista
Vasco Santana
domingo, 1 de dezembro de 2013
Subscrever:
Comentários (Atom)









.jpg)



