terça-feira, 29 de abril de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
Alguém disse: «Uma sogra é sempre uma sogra!»
Em construção mental, pois o tema é «delicado» e tem muito que se lhe diga...
E sogra tem dia, 28 de abril, amanhã!
E sogra tem dia, 28 de abril, amanhã!
Respostas possíveis:
a) Nunca, temos um nome.
b) Talvez, se acrescentarmos o sufixo inha...
c) Em condições excecionais, antecedendo com a expressão: senhora minha...
Piadas à parte, sogra é mãe. E nada do que se possa dizer ou escrever muda esse facto. Há boas e más mães, daí que haja boas ou más sogras. Há pessoas boas e más, tontas, dedicadas, delicadas, sensíveis, intragáveis, sensacionais... Era bom poder escolher, mas não sendo possível, há sempre a possibilidade de se fazer um esforço por se ser melhor pessoa, porque é disso que se trata: pessoa.
a) Nunca, temos um nome.
b) Talvez, se acrescentarmos o sufixo inha...
c) Em condições excecionais, antecedendo com a expressão: senhora minha...
Piadas à parte, sogra é mãe. E nada do que se possa dizer ou escrever muda esse facto. Há boas e más mães, daí que haja boas ou más sogras. Há pessoas boas e más, tontas, dedicadas, delicadas, sensíveis, intragáveis, sensacionais... Era bom poder escolher, mas não sendo possível, há sempre a possibilidade de se fazer um esforço por se ser melhor pessoa, porque é disso que se trata: pessoa.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
segunda-feira, 21 de abril de 2014
domingo, 20 de abril de 2014
sexta-feira, 18 de abril de 2014
E se o Natal é quando um homem quiser, o dia da Mãe, este ano, calha-me no 26 de abril!
Desculpem-me os fundamentalistas, mas tem de ser assim! Quando temos os filhos longe de casa, a trilharem os seus próprios caminhos, a fazerem escolhas, opções, a decidirem onde passam a Páscoa, o Natal ou o dia da Mãe... e talvez estas sejam as decisões mais fáceis que terão de fazer ao longo das vidas... não há nada como conciliar para não constranger ou gastar o que não se pode! Sim, temos uma crise...
É tão fácil criticar! mas tão fácil... Mais difícil é saber o que fazer, na altura certa. Decidir bem. Ter certezas! Saber que estamos a fazer o melhor. Pensar que, se tivéssemos de voltar atrás, faríamos a mesma coisa?!
É tão duro, quando batemos connosco na realidade, quando descemos à Terra, quando olhamos para os olhos dos nossos filhos e pensamos que fizemos a escolha errada, tomámos decisões que os afetaram de tal forma que nunca, mas nunca nos vão desculpar!
Senti isto mil vezes! Mais de mil vezes! Cada vez que saía de Lisboa em direção às Caldas (onde nunca fui feliz) e a Inês chorava até adormecer e perguntava: «Porquê? Por que é que não vivemos em Lisboa?».
Apesar de ter resposta para lhe dar, ela nunca a entenderia. É daquelas opções que fazemos quando nos zangamos com a vida, eu zanguei-me com Lisboa. Queria fugir... E fugi. Por vezes achei que ainda estava perto demais. Hoje acho que estou demasiado longe. Mas mais uma vez, são as nossas escolhas! Não sei se faria as mesmas, passados trinta anos. Sei que fiz o que, na altura, me pareceu bem, certo! Hoje não tenho muitas certezas. Afinal ser adulto não quer dizer muito! Temos a experiência, a idade, os desgostos e as alegrias, as expectativas goradas, frustradas, e os sucessos. Mas certezas... Essas, afinal, não as temos! Só algumas: quero ser a melhor mãe que conseguir ser, uma boa sogra e uma avó adorada! Isso eu sei!
Por isso, se tiver de antecipar uma semana o dia da Mãe para poder estar com os meus filhos, o que é que isso tem? Calha-me lindamente no 26 de abril, logo a seguir ao dia da Liberdade!
terça-feira, 15 de abril de 2014
The War On Drugs, o meu Afonso é que sabe!
Sabe a Bob Dylan, Bruce Springsteen, Rod Stewart, Dire Straits, Neil Young... e por aí fora! Com um toquezinho psicadélico..
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domingo, 13 de abril de 2014
sábado, 12 de abril de 2014
'Bora nessa, Vanessa?
Há dias, mais do que outros,
em que me lembro de coisas antigas, calculo que já tenham prescrito, assim como
os golpes de tanta e boa gente da nossa praça!
O Variações é que tinha razão, que ideia é essa a de pôr
Vanessa às nossas meninas? Não sei se a mãe se chamava Maria Albertina, talvez
não se chamasse assim, daí ter ignorado o apelo do artista. Mas mesmo assim!
Que ideia! Mas o mal não estava na Vanessa mas na senhora sua mãe.
Há a «História da Baleia», uma obra-prima de António Sérgio,
que leio e releio com os meus alunos, todos os anos, sempre que posso… Mas como
não gosto nem quero repetir os meus testes, faço-os sempre de raiz, o da Baleia
nunca mais saiu… Ficou só o texto para ler e reler. Então, voltemos ao que
interessa, naquele teste a tal da Vanessa não pescou nada! Nada de nada! Eu
imagino a atrapalhação da criatura quando leu que havia no mar um salmonete
vermelhete que nadava sempre atrás da orelha da baleia para não ser comido por
ela, pois o nobre e generoso cetáceo já tinha comido todos os peixes que havia
no mar… Mas só consegui imaginar essa atrapalhação depois de uma negativa baixíssima,
em que nada fazia sentido, em que a baleia era tudo menos um generoso cetáceo.
Falei com a senhora, que não se chamava Maria Albertina,
certamente, explicou-me que lá em casa era assim que designavam as pessoas
obesas, fortes, com excesso de peso, gordas, vá! Baleias!
Está certo! De certeza sinal dos tempos, tendo em conta que
já tínhamos Oceanário, Expo98 com toda a informação associada, mais quatro anos
de escolaridade para a criaturinha pequena, a tal Vanessa, e uma família
supostamente educada! Baleias!
quinta-feira, 10 de abril de 2014
terça-feira, 8 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
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