Quando acordei, dirigi-me para a sala, e lá estava ele! O Pai Natal! Mas era um Pai Natal triste, muito triste.
Eu não sabia o que se passava, mas tinha a certeza que aquele, não era o Pai Natal que eu imaginava. Dirigi-me ao Pai Natal e perguntei-lhe o que se passava. Ele respondeu que as suas renas estavam doentes, e que assim não poderia voar e levar os presentes às outras crianças do mundo. Resumindo , seria eu a única criança do mundo a ter a felicidade de receber presentes.
Fui acordar o meu pai, que era veterinário, e levei-o à sala onde estava aquele velhote de barbas brancas e de fato encarnado que muitos pensavam ser apenas uma fantasia de crianças. O meu pai, depois de algum esforço, lá percebeu que era verdade e que não era um sonho.
Fomos com o Pai Natal até onde estavam as renas. De imediato o meu pai deu o prognóstico. As renas tinham frio.
Levámo-las até ao nosso celeiro e lá aquecemo-las com mantas e aquecedores. Depois de algum tempo verificámos que já estavam bem e quentinhas.
O Pai Natal, já podia seguir viagem e entregar os presentes a todas as crianças do mundo. Quando acordei, percebi que tudo não tinha passado de um lindo sonho e que afinal não sabia se existia o Pai Natal, ou não, eis a questão.


0 comentários:
Enviar um comentário