domingo, 18 de janeiro de 2009

19 de Janeiro de 1923, Eugénio de Andrade




O SORRISO

Creio que foi o sorriso,

o sorriso foi quem abriu a porta.

Era um sorriso com muita luz
lá dentro, apetecia
entrar nele, tirar a roupa, ficar

nu dentro daquele sorriso.
Correr, navegar, morrer naquele sorriso.


O OUTRO NOME DA TERRA

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