Não gosto de pessoas tacanhas
provincianas, detentoras dos pequenos poderes, são elas que nos deitam abaixo,
porque é a única forma de se afirmarem e de se sentirem poderosas; destroem todo
um trabalho de anos com a deselegância que a tacanhez lhes confere, convencidas
de que assim é que é, à sua maneira, com o pouco, mas devastador, poder que detêm,
só porque os que não estão com elas estarão, forçosamente, contra elas; não
gosto de gente má, que fala nas costas, que denigre a imagem de quem dá o seu
melhor, de quem serve os outros, de quem trabalha, de facto; não gosto de gente
falsa que se apropria do que é de todos, porque é simplesmente pobre de espírito sem
direito ao reino dos Céus, porque inferniza enquanto está na Terra…
Para
terminar, fiquei feliz com os resultados da maioria dos meus alunos, nesta
primeira vez que fizeram um exame. Os que sempre trabalharam e estudaram viram
o seu esforço recompensado, os que nunca entenderam que temos de trabalhar
viram confirmado o seu insucesso, parte dele é meu também. Mas, felizmente, há
uma Carlota e uma Cláudia que mostraram a todos como se consegue superar as
dificuldades com muito esforço e para elas vai um enorme beijinho de parabéns:
ficaram no patamar do Bom ao lado daqueles que sempre as olharam de esguelha!
E
assim termina mais um ano letivo, cheio de deceções, de desilusões, de
maldades, de intrigas e maledicências, mas também, felizmente, recheado de
sucessos e experiências novas e gratificantes que deixaram, definitivamente,
marcas profundas nas nossas vidas.

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