“A Branca de Neve e os sete anões”
Era uma vez,
Uma linda menina
Chamada Branca de Neve
E quando uma vez
O sol fez greve
Abriu-se então uma nuvem de neve.
Esta rapariga
Tinha uma madrasta
Que se achava bela
E que era uma tagarela.
Espelho meu, espelho meu
Era o que ela dizia
E como que por magia
O espelho respondia.
Perguntava se era a mais bela
Ele lhe dizia
Que bela, não era ela.
Chamou o caçador
Para a Branca de Neve matar
Trazer o seu coração,
Para assim o provar.
Assim que a viu
De a matar desistiu
Levou o coração de um veado
E à Branca de Neve
Deu um rebuçado.
Disse à Branca de Neve
Para se esconder
E esta cheia de medo
Desatou a correr.
Entrou na casa dos sete anões,
E ali se escondeu
Numa cama se deitou
E ali adormeceu.
Quando acordou
Ouviu a porta estremecer
Sete anões na casinha entraram
E assim
A assustaram.
Deu um pulo da cama
Perguntou o que lá faziam
Eles assim lhe responderam
Que ali eles viviam.
Todos os dias
Às seis da manhã
Se levantavam
E comiam uma maçã.
A Branca de Neve
As tarefas fazia,
Arrumava a casa
E em troca
Lá vivia.
A madrasta
Percebeu
Que a rapariga não morreu
Então se mascarou de uma menina de liceu.
Disse que seu pai
Lhe bateria
Se de manhã
Não vendesse uma maçã.
A Branca de Neve
Então aceitou,
Comeu a maçã
Que a madrasta envenenou.
A rapariga
Envenenada ficou
Só com o beijo
Do príncipe
Assim acordou.
O fim da história
Assim se fez
A menina bonita
Casou de uma vez.



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