No outro dia, quando o Clotário veio com os seus óculos para a escola, eu disse que qualquer dia contava porque chamo ao vigilante da escola, Caldo... Adivinhem! Esse dia é hoje!
Bem... Eu vou contar a história. Um dia em que todas as crianças da escola pareciam felizes, o nosso vigilante, cujo nome não tem nada a ver com Caldo, tinha pela primeira vez faltado ao trabalho!
No dia seguinte voltou a acontecer e aí eu achei mais estranho, não só porque já tinha faltado duas vezes seguidas, mas também porque só quatro alunos da minha turma tinham ido à escola. No dia a seguir, só três alunos tinham aparecido e não havia sinal do nosso vigilante.
Eu decidi contar à minha mãe o sucedido e ela telefonou à mãe do Clotário a perguntar se ele estava doente. Ela respondeu que sim e acrescentou que andava com muitas dores de barriga e que devia ter sido de alguma coisa que comeu.
Eu perguntei à minha mãe se havia alguma doença que causasse muitas dores de barriga e que fosse contagiosa, mas ela respondeu-me que não e mandou-me ir dormir, porque já era noite.
Na manhã de quinta-feira eu lembrei-me que eu, o Aniano e Eudes somos os únicos que não almoçamos na escola e que não ficámos doentes. Essa era a resposta ao meu problema! Bem, e agora que já contei a história tenho a dizer que o Caldo é uma pessoa bestialmente frágil, visto que foi o mais afectado pelo caldo de peixe de segunda-feira, ficando internado durante um mês. O que ainda hoje não percebo é: Como é que o Caldo foi o único que faltou na parte da tarde de segunda-feira e como é que o Rufus aguentou até quarta-feira sem ficar doente.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
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