domingo, 13 de outubro de 2013

Moinho do cu torto, Évora. Do melhor que há!

     Comecemos pelas entradas... cogumelos com linguiça, como dizem por estas bandas, chouriço para qualquer alfacinha, uma delícia, apesar de não ter tocado no chouriço, há que me portar bem! E ainda um peru estufado acompanhado pelas sempre magníficas batatas fritas às rodelas, estaladiças, no ponto: só comi uma, mas deu para matar saudades das melhores batatas fritas que já provei.
     Veio depois a sopa de cação. Ali nunca tinha experimentado, mas valeu a pena, não ficou nada atrás da sopa de tomate que lhes conheço. E, claro, tinha de vir a maravilhosa feijoada de feijão branco e os célebres lombinhos grelhados. Sempre bom, desta vez a feijoada, não sei porquê, ainda me pareceu melhor do que das outras vezes. Rematámos com o divinal mel e noz e o bolo rançoso. De facto, não há melhor. O vinho é sempre do que eu gosto e do pão nem é preciso falar, entregue na mesa dentro de um pequeno «talego» a lembrar os tempos antigos.
      A família do sr. Ludgero impecável como sempre. Adoro o Cu Torto!

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