Comecemos pelas entradas... cogumelos com linguiça, como dizem por estas bandas, chouriço para qualquer alfacinha, uma delícia, apesar de não ter tocado no chouriço, há que me portar bem! E ainda um peru estufado acompanhado pelas sempre magníficas batatas fritas às rodelas, estaladiças, no ponto: só comi uma, mas deu para matar saudades das melhores batatas fritas que já provei.
Veio depois a sopa de cação. Ali nunca tinha experimentado, mas valeu a pena, não ficou nada atrás da sopa de tomate que lhes conheço. E, claro, tinha de vir a maravilhosa feijoada de feijão branco e os célebres lombinhos grelhados. Sempre bom, desta vez a feijoada, não sei porquê, ainda me pareceu melhor do que das outras vezes. Rematámos com o divinal mel e noz e o bolo rançoso. De facto, não há melhor. O vinho é sempre do que eu gosto e do pão nem é preciso falar, entregue na mesa dentro de um pequeno «talego» a lembrar os tempos antigos.
A família do sr. Ludgero impecável como sempre. Adoro o Cu Torto!


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