Há vinte e cinco anos a coisa até nem correu muito bem, a coisa foi tão complicada que a minha querida filha ficou com a alcunha de "cu da agulha", pode imaginar-se o porquê! Mas passou, porque tudo passa, e o "cu da agulha" passou a ser "Laranjinha", "Vassourinha", "Nô-Nõ", "Nez", "Nezinha"... e por aí a fora!
Hoje a coisa correu muito bem, fomos almoçar a um sítio do melhor, "Taberna Ideal", ao lado do Museu da Marioneta, uma ementa deliciosa, a saber: uma sangria de espumante com frutos silvestres, uma salada de bacalhau, umas batatas gratinadas que acompanhavam uma costeleta, e um belo bacalhau assado com migas de feijão frade (da costeleta não falo porque não lhe toquei, mas a velocidade com que desapareceu da mesa diz tudo!) para acabar com uma fatia de bolo de cacau com natas e molho de frutos silvestres...hum, do melhor! Assim vale a pena, o João e a Sara foram os nossos "acompanhantes", coisa chique, mas descontraída, simpática e muito boa!
Mas se a manhã tinha começado com uma notícia triste, o meu canarinho branco não tinha resistido ao estrangulamento numa pata provocado pela estupidez das pessoas com a mania das anilhas... o facto é que ao regressar a casa, quando íamos limpar a gaiola e dar o devido descanso ao bicho, encontrámo-lo vivinho da silva! Afinal não o matei quando lhe retirei a anilha e lhe causei uma imensa perda de sangue e, imagino, uma dor enorme! Ainda bem!
E assim foi, estoirada mas feliz!

1 comentários:
Parabéns à Nêzinha e à Mãe babada!
hp
Enviar um comentário